O mercado de trabalho é algo extremamente assustador. Não só por ser um dos primeiros indícios da chegada da fase adulta, que por si só já é aterrorizante, mas pelo forma como ele é cruel e enlouquecedor. Eu acho que todos nós criamos um alter ego quando temos que encará-lo. Não adianta tentar listar arquétipos pré-definidos de profissionais, acho que são muitos “eus” diferentes, muitos totalmente diferentes da real essência da pessoa. O mercado de trabalho é como um monstro meio bizarro, que quer devorar todos (com toda a ambiguidade que a expressão oferece) e criamos personagens super-armados para enfrentá-lo. O problema é que, quando a gente acha que venceu, ele te dá uma rasteira e fim de jogo. Game over. Sorte que temos muitos “continues”.
quarta-feira, 24 de julho de 2013
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Não foi dessa vez. E agora?
O que fazer quando um grande plano não sai como a gente esperava? Ou pior: ele dá completamente errado? Quando as coisas não saem do jeito que planejamos, sempre ficamos com a sensação de que não batalhamos o suficiente ou que Deus (ou o Destino, de acordo com a fé de cada um) não foi bom o suficiente para nós. O que precisamos fazer depois disso?
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Família perfeita é só em porta-retrato
Os dizeres são sempre os mesmos: “Irmão é o amigo que você vai ter para sempre”, “Temos que honrar pai e mãe”, ou então “Mãe é amor”. Tudo mentira. Existe essa cobrança social de que temos que enxergar nossos parentes como “porto seguro”. Sinto muito, eu dou parabéns aos que tem a família perfeita e podem cantarolar por aí essas palavras. Não é o meu caso, uma vez que boa parte dos meus problemas teve origem na minha família. Os ditados que eu prefiro usar são “Parente é serpente” e “Família só é bonita no porta-retrato”.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Amor além da imaginação
Muita gente estranha o sucesso que séries de livros como Crepúsculo tem feito. Eu não estranho. Recentemente li o primeiro livro de uma série chamada Os Imortais. A história é engraçadinha, bonitinha, tem ação e viagem na maionese. E, é claro, uma relação fora do normal [spoiler aqui]: uma menina problemática que se envolve com o cara perfeito, que tem quase 600 anos. Não, não é um vampiro, é um alquimista que conseguiu produzir o Elixir da Imortalidade [fim de spoiler].
sábado, 20 de agosto de 2011
Hino a Thetis (poema)
Thetis dos pés prateados
Tu és bela, mas poucos te vêem
Pois te escondes nas profundezas
Do mais distante Oceano
Tu és bela, mas poucos te vêem
Pois te escondes nas profundezas
Do mais distante Oceano
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Jogando a dois
Eu queria mesmo entender porque as relações humanas a dois têm que ser vividas como se fossem um jogo. Porque as pessoas simplesmente não facilitam o processo das relações dizendo o que querem, ou evitando atitudes que podem ser mal interpretadas. Será que é difícil entender que nem sempre estamos lidando com psicopatas, stalkers, ou mulher/homem objeto?
terça-feira, 19 de julho de 2011
Da Katábasis (ou Saindo da Pior)
Katábasis é uma expressão grega composta por ‘’katá’’, baixo, e ‘’bainis’’, ir, andar. Portanto, a palavra significa ‘’ir para baixo’’, ‘’descer’’. Tal verbete é utilizado na mitologia grega para uma tarefa que todo o herói cumpria: a descida ao Hades, o Reino dos Mortos.
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