Thetis dos pés prateados
Tu és bela, mas poucos te vêem
Pois te escondes nas profundezas
Do mais distante Oceano
sábado, 20 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Jogando a dois
Eu queria mesmo entender porque as relações humanas a dois têm que ser vividas como se fossem um jogo. Porque as pessoas simplesmente não facilitam o processo das relações dizendo o que querem, ou evitando atitudes que podem ser mal interpretadas. Será que é difícil entender que nem sempre estamos lidando com psicopatas, stalkers, ou mulher/homem objeto?
terça-feira, 19 de julho de 2011
Da Katábasis (ou Saindo da Pior)
Katábasis é uma expressão grega composta por ‘’katá’’, baixo, e ‘’bainis’’, ir, andar. Portanto, a palavra significa ‘’ir para baixo’’, ‘’descer’’. Tal verbete é utilizado na mitologia grega para uma tarefa que todo o herói cumpria: a descida ao Hades, o Reino dos Mortos.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Pra titio. Sim.
Preciso parabenizar algumas pessoas. As que passaram esse dia 12 acompanhado. Eu confesso que senti uma pitadinha de inveja dos que acordaram ou dormiram de conchinha, receberam ou fizeram café na cama, tiveram um almoço ou um jantar romântico, e, é claro, fizeram sexo como se não tivesse amanhã. Não aquela inveja do tipo ‘ai, tomara que morram’, mas do tipo ‘eu queria também’.
domingo, 22 de maio de 2011
Poesia: Baal
Das areias de Canaã
Das águas do Eufrates
Esculpi tua imagem
Baal, senhor do meu universo
Em meu coração
Jaz teu altar
Para sempre te adorar
Das águas do Eufrates
Esculpi tua imagem
Baal, senhor do meu universo
Em meu coração
Jaz teu altar
Para sempre te adorar
domingo, 8 de maio de 2011
O Luto acabou. E agora?
Acabou. Pelo menos a gente acha que acabou. Aquela situação insuportável, aquela angústia... Sumiu. Você já não chora pelos cantos, consegue fazer outras coisas sem remoer o problema. Dá-se a liberdade de deixar o luto acabar. E você acredita que está livre pra seguir com sua vida. E agora?
domingo, 20 de março de 2011
A Deusa, o Anjo e a Morte
Eu escrevo contos também. Mas contos de fadas nem sempre têm finais felizes.
A deusa do mar era Ánya. Poucos mortais a viram, mas os que conseguiram diziam que tinha uma aparência jovem e bela. Nas noites enluaradas, banhava-se a beira do mar, deitada na areia, ou brincando com as ondas. Algumas vezes caminhava sobre as águas. Tinha personalidade forte, porém híbrida: comportava-se às vezes muito infantil, às vezes muito madura. Alguns mortais que a viram se apaixonaram, mas todos tiveram seu amor recusado pela divindade. Outros se horrorizavam com a excentricidade de sua beleza, pois Ánya tinha longos cabelos azuis.
A deusa do mar era Ánya. Poucos mortais a viram, mas os que conseguiram diziam que tinha uma aparência jovem e bela. Nas noites enluaradas, banhava-se a beira do mar, deitada na areia, ou brincando com as ondas. Algumas vezes caminhava sobre as águas. Tinha personalidade forte, porém híbrida: comportava-se às vezes muito infantil, às vezes muito madura. Alguns mortais que a viram se apaixonaram, mas todos tiveram seu amor recusado pela divindade. Outros se horrorizavam com a excentricidade de sua beleza, pois Ánya tinha longos cabelos azuis.
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